Revista Rio Negro

Entre Fé e Fragilidade, A Poesia de Luiz Octávio Cunha dos Santos

Luiz é poeta esporádico, transcreve sobre o dia a dia e as vivências comuns no auge dos seus 24 anos. Transforma o sublime em algo belo, procurando nuances imperceptíveis na rotina atribulada. 70 x 7 Rasgo minha pele em precetodas as noitesna vã tentativade esquecer o teu toque.Costuro minha bocapara não invocarteu santonome.E me perguntopara […]

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O Caos do Jayverso por Jay Santos

Jay Santos apresenta uma poesia visceral e inquieta, marcada por um forte senso de urgência e crítica social. Sua poesia tem um ritmo quase cinematográfico, com imagens fortes que permanecem na mente, evocando tanto beleza quanto desconforto. Fumaça Essas nuvens brancasessas nuvens que vão subindolevam nelas meus pensamentosgritos surdos e lamentosTão calmos como a beira

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Entre a Dor e o Tempo – Dois Poemas de Hilda Martins

A poesia de Hilda Martins transita entre a dor, a saudade e as reflexões sobre o tempo. Em versos que pareiam sentimentos universais, ela nos convida a olhar para dentro, reconhecendo no íntimo de cada palavra a beleza das emoções humanas. Neste espaço, compartilhamos dois de seus poemas, que falam sobre a fragilidade da vida

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Quando a Luz se Apaga – Versos de Bianca Souza

A poética de Bianca Souza se caracteriza por uma forte carga emocional e reflexiva. O fluxo de consciência acentuam a autenticidade da voz poética, convidando o leitor a um diálogo íntimo com suas próprias memórias e feridas. Agoniei-me a mim mesmo Toco-te em minha menteTilintando em meus ouvidosSufocando deliberadamente Nada além do que foi perdido

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ALÉM DA DOR: UM CAMINHO PARA O RENASCIMENTO Por Victor Alcala

Conhecer alguém mais parece uma traição. Sua essência não me deixa avançar e a cada dia sua dor se expande em mim. Como poderia continuar vivendo quando sinto que tudo está prestes a explodir? Será que era isso que você sentia antes de abandonar tudo? Se ao menos tivesse falado um pouco mais, ou se

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EM BREVE, SERÃO BATIZADOS COM LAMA por Sandra Godinho

Sandra Godinho constroi sua narrativa com um estilo marcado pelo lirismo brutal, onde a linguagem poética se entrelaça com a dureza da realidade retratada. Conto, extraído de seu livro O Negro Secou, publicado pela Editora Litteralux. Pode deixar que eu tomo conta de tudo. Era o que dona Jovelina gostava de ouvir a cada vez

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O EXILIO por Mouzaniel Vieira

Manaus, 1930.  O  sol amanhecera radiante no céu amazônico.  Um belo Cadillac preto aproxima-se lentamente  das redondezas do mercado Adolpho Lisboa desviando com muita dificuldade dos transeuntes que provocam um movimento intenso entre estivadores, carregadores, consumidores e passageiros com destino às diversas cidades espalhadas no interior da floresta amazônica.  Após estacionar, o carro é cercado

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